quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ele passava horas sentado no banco da praça teorizando sobre o que dizer quando a encontrasse… Ela perdia o foco na aula teorizando sobre como falar com ele sem assustá-lo. Se viam no parque aos domingos, iam com seu grupo de amigos, eram de grupos diferentes. Sempre trocavam olhares, e não criavam coragem pra colocar as teorias em prática. Os pais dele decidiram se mudar, o domingo seguinte seria o último em que iam se ver. Ele ficou triste, e escreveu um bilhete para entregá-la quando a visse. Se viram no parque, se olharam com a mesma ternura, ela percebeu que o olhar dele estava triste, e ficou preocupada. No fim da tarde começaram a organizar as coisas pra ir embora, ele chega nela, entrega o bilhete com uma rosa e se dirige ao portão. Ela abre, lê, fica emocionada. Vai correndo procurá-lo pra dizer que o amava também, mas ele já havia partido. Redigiu ma carta para entregá-lo, foi ao parque domingo, procurou-o em todos os cantos e não o encontrou. Perguntou a um de seus amigos se ele não iria aquele dia, e foi nesse momento que ela ficou triste e se pôs a chorar, ele havia se mudado, naquele momento tudo que ela sabia é que ele a amara durante todo o tempo que esteva lá, e não aconteceu nada entre eles por falta de coragem pra colocar as teorias em prática.

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